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Grupo Café do Moço, do Paraná, vence o leilão dos Melhores Cafés do Brasil

Empresa fundada pelo barista Leo Moço deu os maiores lances e sagrou-se campeã do leilão dos lotes finalistas do 13º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café

O leilão dos 8 lotes finalistas do 13º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, realizado no período de 26 de janeiro a 03 de fevereiro, vendeu todas as 36 sacas, arrecadando o valor total de R$ 54.648,99. O valor médio por saca ficou em R$ 1.518,03, quase o dobro do preço mínimo estipulado, de R$ 871,00 a saca (equivalente a 50% acima da cotação da BMF/Bovespa de 24/01).

A empresa campeã deste leilão foi o Grupo Café do Moço, criado em 2009 pelo barista Léo Moço e formado pela microtorrefação Café do Moço e pela cafeteria Barista Coffee Bar, ambas em Curitiba (PR). O grupo conquistou a premiação nas três categorias: Ouro, Diamante e Especial.

O Grupo Café do Moço arrematou o lote de 6 sacas do produtor Evilásio Shigueaki Mori, de Cambira (PR), pagando R$ 2.000,00 por saca, totalizando R$ 12.000,00. Foi o maior valor de aquisição por saca, entre os lotes de café Natural e Cereja Descascado, o que rendeu à empresa o título de campeã na categoria Ouro.

Mas com a aquisição de sacas de diferentes lotes, o Grupo Café do Moço foi também o que mais investiu em qualidade, R$ 20.400,00, tornando-se campeão na Categoria Diamante. Eles compraram 1 saca do lote de Antônio Rigno de Oliveira (2º colocado) por R$1.800,00; 1 saca do café campeão do José Alexandre de Lacerda (1º colocado) por R$4.200,00; 6 sacas do café do Evilásio Shigueaki Mori (8º colocado) por R$2.000,00 cada saca, e 2 sacas do café da Ceres Trindade (6º colocado) por R$1.200,00 cada saca

Finalmente, a terceira categoria, Especial, que corresponde ao maior lance dado a um microlote (composto de 2 sacas, apenas) premiou novamente  o Grupo Café do Moço pagou R$ 4.200,00 pela saca do café campeão do concurso, produzido por José Alexandre Abreu de Lacerda no Sítio Córrego Pedra Menina, em Dores do Rio Preto (ES). A outra saca deste lote campeão foi arrematada pelo Café Ghini, também do Paraná, por R$ 4.150,00.

Destaque neste leilão foi a participação do Café do Guri, uma cafeteria chilena. O representante Thiago Saraiva pretendia arrematar o lote de 6 sacas do 2º colocado no concurso, o produtor Antônio Rigno de Oliveira, de Piatã (BA). Porém, após acirrada disputa conseguiu comprar metade do lote – 3 sacas.

Edição Especial

O leilão também contou com a participação de torrefações e cafeterias: Jardim Café,Piedi Rosso, Café Barisly, San Babila Café, Café Rancheiro, Bonblend Café, Il Barista, Café Mazzi, Vila Café e Grão Café.Todos os cafés serão agora industrializados e estarão à disposição dos consumidores a partir de abril, compondo a 13ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil.

Os cafés finalistas desta edição passaram, em dezembro, pelo crivo de um Júri Técnico, composto por provadores e especialistas, e em janeiro foram avaliados por um Júri Popular, integrado por consumidores em reuniões realizadas em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Bahia, estados produtores participantes do concurso. A pontuação do Júri Técnico correspondeu a 70% da nota final, e a do Júri Popular, a 15%. A soma incluiu também a nota de Sustentabilidade da Propriedade, equivalente aos 15% restantes.

Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), o concurso, seguido de leilão, visa incentivar cafeicultores e empresas a investirem cada vez mais na alta qualidade do café que produzem ou adquirem. O objetivo é brindar os consumidores com cafés finos, instigando-os à experimentação da diversidade de aromas e sabores dos grãos brasileiros. 


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É do Espírito Santo o lote vencedor do Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café

Soma das notas dadas pelos Júri Técnico, Júri Popular e de Sustentabilidade confirmou o microlote produzido no município capixaba de Dores do Rio Preto como o campeão do certame. Na quinta-feira (26), começa o leilão para venda de todos os cafés desta edição.

O microlote do cafeicultor José Alexandre Abreu de Lacerda, produzido no Sítio Pedra Menina, em Dores do Rio Preto (ES) foi o campeão do 13º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café, com a nota final de 8,60 pontos (em uma escala de 0 a 10). O certame, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), teve 8 lotes finalistas, todos inscritos pelos organizadores dos concursos estaduais realizados no Paraná, Bahia, Espírito Santo e em São Paulo. Minas Gerais não participou desta edição.

Em dezembro, na primeira etapa de classificação, o Júri Técnico, integrado por provadores e especialistas, já havia apontado esse microlote como o melhor, dando a nota de 8,43 pontos (peso de 70% na nota final). As duas etapas seguintes foram realizadas durante este mês de janeiro, e compreenderam a nota de Sustentabilidade da Propriedade (15%) e a avaliação do Júri Popular (15%), integrado por consumidores dos quatro estados participantes. A soma de todas estas notas resultou na pontuação final de 8,60 e confirmou a vitória do café do produtor Abreu de Lacerda. 

A somatória de notas também confirmou o 2º e o 3º colocados no Concurso: o café cereja descascado de Antônio Rigno de Oliveira, de Piatã (BA), com a nota de 8,57 pontos, e o microlote de Clayton Mapelli Cerri, de São Sebastião da Grama (SP), com a nota de 8,56 pontos.

Leilão

Na próxima quinta-feira (26), será aberta a oferta, em leilão, de todos os lotes deste concurso. O pregão terá lance mínimo equivalente a 50% acima da cotação BMF/Bovespa desta terça (24), e estará aberto até dia 3 de fevereiro. Podem participar torrefadoras, cafeterias e demais pessoas jurídicas interessadas.

Para participar, a empresa deve preencher a Ficha de Lance Comprador que estará disponível nesta página na manhã de quinta-feira. Os lances poderão ser dados pela ficha ou por e-mail, para cristiane@abic.com.br. Nesta edição, o pregão poderá ser acompanhado todos os dias diretamente no site da ABIC, permitindo mais transparência e maior competição entre os participantes, que poderão renovar seus lances caso tenham sido superados por outra empresa. Os lances podem ser dados para aquisição de uma única saca ou de todo um lote, ou mesmo para compra de sacas de diversos lotes. Os microlotes são de 2 sacas de 60 kg, apenas. Nas demais categorias os lotes têm no mínimo 6 sacas, podendo chegar a até 35 sacas.

No dia 7 de fevereiro serão divulgadas as empresas campeãs do leilão, que são aquelas que deram os maiores lances. Todos os cafés serão industrializados e chegam aos consumidores em abril, compondo a 13ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil.

 

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Café capixaba é eleito o melhor do Brasil por Júri Técnico da ABIC

O microlote do produtor José Alexandre Abreu de Lacerda recebeu a maior pontuação em qualidade global no Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café: 8,43 pontos. Faltam agora as notas de Sustentabilidade e do Júri Popular

A etapa do Júri Técnico do 13º Concurso Nacional ABIC de Qualidade do Café foi realizada na segunda-feira (05), no laboratório do Sindicato das Indústrias de Café do Estado de São Paulo. Foram selecionados 8 lotes finalistas, após avaliação da Qualidade Global conforme metodologia do PQC – Programa de Qualidade do Café, atribuindo-se uma pontuação de Zero a 10 pontos para cada um.

O microlote do cafeicultor José Alexandre Abreu de Lacerda, produzido no Sítio Córrego Pedra Menina, no município capixaba de Dores do Rio Preto, recebeu a maior avalição do grupo técnico: 8,43 pontos. Em segundo lugar, ficou o lote de café cereja descascado produzido por Antônio Rigno de Oliveira em São Judas Tadeu, em Piatã, Bahia, com 8,38 pontos. E em terceiro, mais um microlote: o do produtor Clayton Mapelli Cerri, do Sítio Anhumas, de São Sebastião da Grama, São Paulo, com 8,37 pontos.

A pontuação do Júri Técnico corresponde a 70% da nota final de cada lote inscrito. Faltam agora as notas de sustentabilidade da propriedade, com peso de 15%, e a avaliação do Júri Popular, integrado por consumidores, cuja pontuação equivale aos 15% restantes. Essas duas inovações foram incorporadas ao regulamento em 2015,

O Júri Técnico foi composto pelos especialistas Camila Arcanjo e Isabela Cristina Abreu do Monte, do GAC – Grupo de Avaliação do Sindicafé - São Paulo, Aline de Oliveira Garcia e Gina Maria Bueno Quirino Cardo, do ITAL, e Eduardo Carvalhaes, do Escritório Carvalhaes. Eles avaliaram a qualidade dos cafés na xícara, pontuando notas para atributos como fragrância, aroma, acidez, amargor, adstringência, corpo e sabor. A metodologia do PQC, criada há mais de dez anos pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), é única no mundo, pois analisa as propriedades do café já torrado e moído, da mesma forma que o consumidor encontra nas prateleiras dos supermercados.

Todos os lotes inscritos no Concurso Nacional foram selecionados pelos certames oficiais dos seguintes Estados produtores: Paraná, Bahia, São Paulo e Espírito Santo. Esta edição não contou com a participação de Minas Gerais.

Conforme calendário do Concurso, de 16 a 20 de janeiro será realizado o Júri Popular, com a participação de consumidores dos Estados participantes. No dia 26 de janeiro serão divulgados o café campeão e a relação dos finalistas. De 26 de janeiro a 3 de fevereiro acontecerá o leilão desses cafés, aberto a torrefadoras, cafeterias e demais pessoas jurídicas interessadas. No dia 7 de fevereiro serão divulgadas as empresas campeãs do leilão, que são aquelas que deram os maiores lances. Todos os cafés serão industrializados e chegam aos consumidores em abril, compondo a 13ª Edição Especial dos Melhores Cafés do Brasil.

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