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Café e Saúde

CAFÉ UMA BEBIDA NATURAL E SAUDÁVEL

O café é, há mais de mil anos, uma das bebidas mais apreciadas e consumidas em todo o mundo. Nada como uma boa xícara de café seja ao acordar ou após uma refeição. Adoçado, amargo, com leite... à gosto de cada um! O cafezinho dá disposição pela manhã, tira aquela sonolência que às vezes surge depois do almoço, além disso, pesquisas realizadas no Brasil, Estados Unidos, Europa e Japão revelam que o café pode fazer muito bem à saúde humana e que seu consumo diário e moderado (3 a 4 xícaras/dia) contribui na prevenção de várias doenças, como a diabetes do adulto, o câncer de cólon, fígado e mama, doença de Parkinson entre outras.

A maioria das pessoas que toma café diariamente ignora quais são as substâncias que estão presentes no café e pensa que a bebida contém apenas ou, principalmente, cafeína. Grande engano! O café contém uma grande variedade de macro e micro nutrientes, é uma da bebida natural, saudável e uma das mais populares do mundo, e por isso vale a pena considerar a contribuição de seus nutrientes a nossa dieta e bem-estar. 

COMPOSIÇÃO QUÍMICA

A bebida café é um produto de complexa composição química, principalmente após sua torrefação, onde compostos originais do grão são degradados e novos compostos são formados garantindo a presença de substâncias nutritivas, bioativas e suas características de sabor e aroma.

O café possui de 1 a 2,5 % de cafeína , que é o componente mais conhecido por seus efeitos estimulantes sobre o sistema nervoso central, e geralmente é associada a uma melhora no estado de alerta, na capacidade de aprendizado e resistência ao esforço físico. Após ser transformada pelo organismo humano, ela pode contribuir para a atividade antioxidante da bebida.

Além da cafeína, o café contém também ácidos clorogênicos, responsáveis por grande parte da atividade antioxidante da bebida, na proporção de 7 a 10%, isto é, três a cinco vezes mais que a cafeína, e ainda com potencial atividade antibacteriana, antiviral, e anti-hipertensiva. Por último, há ainda a niacina, que é uma vitamina do complexo B, formada pela degradação de um composto naturalmente presente no grão.

Do ponto de vista alimentício, todos esses componentes fazem do café uma bebida natural e saudável e se ingerido em doses moderadas, pode fazer muito bem para a saúde, além de prevenir doenças.

PROPRIEDADES ANTIOXIDANTES DO CAFÉ

O mecanismo ainda não foi inteiramente elucidado, mas os fenóis vegetais têm uma potente ação antioxidante, e o café é uma das fontes dietéticas mais ricas de ácidos clorogênicos, um polinefol vegetal. 

O consumo de café como importante fonte de antioxidante da dieta, pode inibir as inflamações e, portanto, reduzir o risco de doenças cardiovasculares e outras doenças inflamatórias prolongadas. As inflamações têm muito a ver com o estresse oxidativo, e qualquer processo que reduza estas infamações beneficia consideravelmente nossa saúde e bem estar. 

Não é a toa que a humanidade adora esta bebida!

 

O CONSUMO DE CAFÉ PODE ESTAR ASSOCIADO A UM MENOR RISCO DE MORTE

Tomar café pode ter ficado ainda mais gostoso. Foi publicado na revista New England Journal of Medicine (uma das mais importantes publicações científicas do mundo) estudo que analisou os hábitos de consumo de café de mais de 400 mil homens e mulheres americanos (com idades entre 50 e 71 anos), tornando-o o maior estudo que avaliou a relação entre consumo de café e saúde humana.

Os resultados dessa pesquisa mostraram que o consumo de café pode estar inversamente relacionado à mortalidade total (quando ajustado pelos outros fatores de risco). Além disso, os tomadores de café também apresentaram menor mortalidade por causas cardíacas, doenças respiratórias, acidente vascular cerebral, causas externas, diabetes e doenças infecciosas.

A associação entre café e o menor risco de morte foi semelhante tanto para os consumidores de café com cafeína quanto descafeinado.

O resultado dessa pesquisa e de outras já realizadas mostram que consumir café diariamente é um hábito saudável, e que pode inclusive trazer benefícios para saúde. A possível explicação para esses resultados é que além de cafeína, o café também contém centenas de compostos únicos e com propriedades antioxidantes que podem conferir benefícios à saúde.

Ainda estamos aprendendo como cada um desses compostos pode afetar as funções biológicas. Existe por exemplo evidências fortes de proteção em relação à diabetes. Todos esses estudos têm gerado uma mudança de paradigma, fazendo com que o café deixe de ser um “vilão” e se torne um “mocinho” com relação à saúde humana.

CAFÉ E O SISTEMA NERVOSO CENTRAL

Café e efeito estimulante - O principal componente psicoativo do café é, sem dúvida, a cafeína . Os efeitos comportamentais mais notáveis ocorrem após a ingestão de doses baixas a moderadas (50-300 mg) deste composto, verificando-se uma melhora na performance cognitiva e psicomotora ou seja, melhora do estado de alerta, da energia, da capacidade de concentração, do desempenho em tarefas simples, da vigilância auditiva, do tempo de retenção visual e diminuição da sonolência e do cansaço. O principal mecanismo de ação da cafeína deve-se à sua similaridade estrutural com a molécula de adenosina, um potente neuromodulador endógeno, que inibe a libertação de diversos neurotransmissores: glutamato, ácido gama-aminobutírico, acetilcolina. e monoaminas. A cafeína pode ligar-se a receptores da adenosina, bloqueando-os. Deste modo, a ação majoritariamente inibitória da adenosina fica impedida, sendo o efeito da cafeína, consequentemente, estimulante.

Café e cefaleias - A eficácia da cafeína no alívio das dores de cabeça reflete as suas propriedades vasoconstritoras a nível central. Nas cefaleias, como as de tensão, a cafeína parece ter também um papel ativo no alívio da dor, sendo o efeito dependente da dose ingerida. De fato, a cafeína pode ser encontrada como adjuvante de várias preparações medicamentosas, frequentemente utilizadas no combate às dores de cabeça, e possui efeito analgésico por si só, além de potenciar também a ação de princípios ativos utilizados: como paracetamol, ácido acetilsalicílico e ibuprofeno. Todavia, neste tipo particular de cefaleias, não parecem ocorrer alterações vasculares, pelo que o efeito analgésico da cafeína poderá estar ligado a outros mecanismos, para além do efeito vasoconstritor cerebral da mesma.

CAFÉ E DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS (PARKINSON E ALZHEIMER)

Café e doença de Parkinson - O consumo de café tem-se mostrado eficaz na prevenção de doenças neurodegenerativas como a Doença de Parkinson (DP) e Alzheimer. A grande responsável por esse efeito é a cafeína. A doença de Parkinson é causada por uma degeneração severa dos neurônios dopaminérgicos da substância nigra do cérebro, causando incapacidade de controle voluntário dos movimentos e levando ao tremor, aquinésia, rigidez e instabilidade postural. De um modo geral, os estudos epidemiológicos sugerem que o consumo de café está inversamente associado ao risco de DP.  Num estudo de corte, homens que consumiam pelo menos 3 a 4 xícaras de café por dia apresentavam um risco 5 vezes menor de desenvolver DP, do que os não consumidores. Num outro estudo prospectivo, homens que consumiam diariamente a quantidade de cafeína correspondente a uma xícara de café possuíam um risco 50% menor de desenvolver a doença, não tendo sido encontrada qualquer associação em relação ao consumo de descafeinado. 

Café e  Alzheimer -  Alzheimer é uma doença neurodegenerativa, que resulta numa diminuição progressiva das capacidades cognitivas, por aumento dos níveis cerebrais da proteína β-amilóide. Pensa-se que o aumento do stress oxidativo no cérebro possui um papel essencial na patogênese desta doença.  Uma substância ainda não identificada presente no café é a responsável por tornar a bebida um importante aliado na prevenção do Alzheimer. Uma pesquisa publicada no periódico Journal of Alzheimer’s Disease demonstrou que a interação dessa substância com a cafeína aumentou os níveis de um fator do sangue chamado GCSF, responsável por evitar o progresso da doença, em camundongos. Estudos observacionais em humanos já haviam relatado que a ingestão diária de café por adultos e idosos diminui os riscos da demência. Pesquisas prévias da equipe da Universidade da Flórida do Sul, nos Estados Unidos, indicavam ainda que a cafeína é o provável ingrediente do café responsável pela proteção. Isso porque a substância reduz a produção no cérebro de uma proteína anormal chamada beta-amiloide, que, acredita-se, é responsável por causar o Alzheimer. O café com cafeína proporciona um aumento natural dos níveis de GCSF no sangue. Não se sabe ainda como isso acontece, mas há uma interação sinérgica entre a cafeína e essa substância desconhecida da bebida. Segundo os pesquisadores, a ingestão de quatro a cinco xícaras por dia foi suficiente para neutralizar a patologia e a perda de memória nos camundongos com Alzheimer. Para ser eficiente contra a doença, o consumo da bebida pode ter início na idade adulta, entre os 30 anos e 50 anos – mas o consumo precoce aumenta os níveis de proteção.

CAFÉ E DEPRESSÃO / RISCO DE SUICÍDIO

Vários estudos epidemiológicos descrevem uma associação inversa significativa entre o consumo de café e o risco de suicídio. As razões desta associação não estão, ainda, totalmente esclarecidas. Sabe-se que doses moderadas de cafeína interferem positivamente no humor, na disposição, e na performance cognitiva devido ao seu efeito psicoestimulante. É possível que as β-carbolinas harmana e norharmana tenham também alguma responsabilidade por este efeito, uma vez que inibem (competitiva e reversivelmente) a monoaminoxidase A - enzima que metaboliza a serotonina e noradrenalina, dois neurotransmissores associados ao bem-estar e boa disposição.  Demonstrou-se, ainda, que o ácido cafeico possui efeito ansiolítico e antidepressivo quando administrado em animais sujeitos a stress, aparentemente através de uma modulação indireta dos receptores adrenérgicos α1A. Não obstante, o consumo de café está intimamente associado a hábitos sociais de convívio que, por si só, aumentam o bem-estar pessoal.

 

CAFEÍNA E DEPENDÊNCIA

A questão da eventual dependência de cafeína tem sido debatida por muitos anos, e provavelmente o hábito de consumir café é causado pelo reconhecimento de que é uma bebida estimulante e não por quaisquer qualidades viciantes da cafeína. Além disso, sua ingestão não se dá somente devido a presença de cafeína, mas ao agradável aroma e sabor do café, bem como o ambiente social, que normalmente acompanha o consumo de café.  Drogas como a cocaína, morfina e nicotina ativam o circuito cerebral de dopamina que está relacionado ao ciclo de dependência e recompensa e que, mesmo doses baixas, são 'viciantes'.  Estudos de mapeamento cerebral indicam que a cafeína não está ligada ao circuito de dependência do cérebro e, por conseguinte, não preenche os critérios para ser descrito como uma droga de dependência. Embora a interrupção abrupta do consumo de cafeína pode induzir sintomas de privação, em alguns indivíduos, estes são geralmente de curta duração e pode ser evitados pela redução progressiva da cafeína. Pesquisas em seres humanos não conseguiram encontrar qualquer ativação do circuito cerebral de dependência com a ingestão de cafeína. Esta abordagem "mapeamento cerebral" para o estudo da dependência em seres humanos mostra que a cafeína não cumpre os critérios exigidos para ser descrito como uma droga de dependência.  Segundo a Organização Mundial da Saúde, “não há nenhuma prova de que o uso de cafeína tenha consequências físicas e sociais comparáveis, ainda que remotamente, às consequências das drogas de abuso” e o Comitê Antidoping Internacional, tirou a cafeína da lista de drogas proibidas para atletas.  O café deve ser visto como um alimento saudável. Consumido com moderação, pode evitar depressão e ajuda a controlar distúrbios na área do cérebro que controla o prazer. Distúrbios nessa área, chamada de sistema límbico, estão associados ao tabagismo, ao alcoolismo e ao vício em drogas. 

CAFÉ E SISTEMA DIGESTIVO

Café e peso corporal - Vários estudos em humanos sugerem que o consumo de café induz a perda de peso por aumento da termogenese, uma vez que se verifica um aumento do gasto energético após a ingestão de cafeína ou café. Existem evidências de que esse aumento é dependente da quantidade de cafeína ingerida, tendo sido estimado que a ingestão média de 6 xícaras de café diárias causa um aumento no consumo diário de energia de aproximadamente 100 kcal. A cafeína parece ser o composto químico responsável pelo efeito termogênico do café, uma vez que este não foi verificado após a ingestão de descafeinado. Diversos estudos em humanos verificaram também um aumento da lipólise após a ingestão de cafeína ou café.  Mais uma vez, não se observou um aumento significativo da lipólise após a ingestão de descafeinado. Adicionalmente, alguns estudos mostram que o efeito termogénico e lipolítico da cafeína é mais pronunciado em indivíduos não obesos do que em obesos.

Café e Obesidade Infantil - A substituição do antigo e saudável hábito de consumir café com leite em casa, na merenda escolar e no lanche da tarde por refrigerantes e comidas rápidas (hambúrgueres, pizzas, etc.) além de biscoitos, balas, goma de mascar e derivados artificiais do amido, explica a epidemia de obesidade infantil nos países industrializados. Na atualidade mais de 1/3 das crianças e jovens nas sociedades modernas apresentam obesidade, favorecendo o aparecimento de diabetes, levando a uma baixa autoestima e consequentemente à depressão. Ademais, predispõe a problemas cardiovasculares futuros. E, para inibir a obesidade infantil, o café com leite está sendo considerada a bebida mais adequada para crianças e adolescentes. Além de não engordar, o café com leite é mais nutritivo e saudável que qualquer outra bebida artificial ou natural existente.

Café e diurese - Apesar do ligeiro efeito diurético da cafeína, os estudos realizados até a data não suportam a ideia de que o consumo moderado de café possa causar desidratação. De fato, o café pode até ser uma fonte importante de líquidos na dieta de muitos indivíduos. A ingestão de cafeína provoca um ligeiro aumento da frequência de micção, não se observando, contudo, alterações do volume total de urina eliminado diariamente, uma vez que o pequeno aumento da produção de urina verificado após 3 h é compensado por uma diminuição durante as restantes horas do dia. A ingestão moderada de cafeína a curto e longo prazo não parece comprometer o estado de hidratação ou a termorregulação, em descanso ou durante o exercício. Também não existem evidências de que o consumo de café cause desequilíbrio electrolítico.

CAFÉ E METABOLISMO

Café e diabetes tipo II - Diversos estudos epidemiológicos têm sido realizados em todo o mundo com o intuito de verificar a associação entre o consumo de café e o risco de desenvolvimento de diabetes tipo II. De um modo geral, a maioria das investigações indica que indivíduos que consomem pelo menos 6 a 7 xícaras de café por dia parecem estar sujeitos a um risco significativamente inferior de desenvolver diabetes tipo II,  quando comparados com indivíduos que consomem 2 xícaras ou menos. O fato do consumo de café descafeinado estar igualmente associado a um menor risco de desenvolvimento desta doença e, simultaneamente, a menores concentrações do peptídeo C em jejum (indicando uma melhoria da sensibilidade à insulina) sugere que outros constituintes do café, em alternativa à cafeína, deverão ser responsáveis por esses efeitos benéficos. De fato, em estudos realizados em ratos, o consumo de ácidos clorogênicos e produtos de sua degradação durante a torra provocam uma diminuição da concentração de glicose e um aumento da sensibilidade à insulina, respectivamente. Diversos mecanismos de ação dos ácidos clorogênicos têm sido estudados, em animais e in vitro, com o objetivo de clarificar os seus efeitos benéficos no metabolismo da glicose, entre os quais: redução da absorção de glicose no intestino (inibição da glicose-6-fosfato translocase 1); aumento subsequente dos níveis de peptídeo-1 semelhante ao glucagon; redução da libertação da glicose hepática (por inibição da glicose-6-fosfatase); efeito antioxidante,uma vez que o stress oxidativo desempenha um papel no desenvolvimento de resistência à insulina e diabetes tipo II; ação quelante de metais, modificando a composição mineral dos tecidos e melhorando a tolerância à glicose (ex: aumento das concentrações de magnésio no fígado); e inibição da formação de compostos N-nitrosos no trato gastrointestinal, que seriam tóxicos para as células beta do pâncreas.

Café e cálculos renais - Foi verificada uma associação inversa entre o consumo de café e a presença de cálculos renais num estudo de caso controle. Dois estudos de corte posteriores vieram apoiar essa observação, tendo-se verificado uma diminuição do risco de desenvolvimento de cálculos renais em 10 e 9%, com o consumo diário de 240 mL de café ou descafeinado, respectivamente.

CAFÉ E SISTEMA CARDIOVASCULAR

Café e Coração - Resultados dos estudos epidemiológicos que analisam o consumo de café e a sua influência na pressão sanguínea são muito inconsistentes, referindo associações positivas, inversas e inexistentes. De um modo geral, não existe uma clara relação causal entre o consumo de café e hipertensão. Segundo o médico e pesquisador Luiz Antonio Machado César, do Instituto do Coração - InCor, do Hospital das Clínicas – HC da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – FMUSP, o café não faz mal à saúde se tomado em quantidades moderadas e habituais, ou seja, até quatro xícaras ao dia. Os resultados mostram que o café de torra clara tem leve tendência a aumentar a pressão arterial. Já o café de torra escura não causou nenhuma alteração na pressão. Houve discreto aumento no colesterol ruim e também no colesterol bom. Observou-se também que, depois de ingerir café, as pessoas normalmente conseguiam andar mais na esteira. Desde que em quantidade habitual e que o paciente seja acostumado a tomar café, não há nenhuma restrição à ingestão da bebida por pessoas com problemas de hipertensão, problemas na válvula mitral ou que já passaram por cirurgias cardiovasculares, como ablação e cateterismo. Entretanto, segundo Luiz Antônio Machado César, algumas pessoas são mais sensíveis a determinados tipos de alimento ou bebida. Há quem consuma cafeína e tenha taquicardia. Nesses casos, não é recomendado ingerir. Mesmo as crianças com problemas cardíacos estão liberadas, mas, nesse caso, o recomendado é o café com leite. 

CAFÉ E SISTEMA MÚSCULO-ESQUELÉTICO

Café e blefaroespasmo - Os consumidores moderados de café parecem estar menos sujeitos a desenvolver um espasmo involuntário nos olhos (blefaroespasmo primário). Esta doença pode deixar um indivíduo efetivamente cego, uma vez que, em estado extremo, as pálpebras se podem fechar durante horas. A associação inversa verificou-se em pacientes que ingeriam pelo menos uma a duas doses de café diárias, aumentando este efeito com a dose de café ingerida. A idade em que os espasmos se iniciaram também foi mais avançada nos pacientes que consumiam mais café (1,7 anos por cada dose adicional diária). Assim, apesar do consumo de café não curar a doença, pode atrasar o seu desenvolvimento. Não é recomendado, no entanto, que indivíduos que padeçam desta doença aumentem o consumo de café com o intuito de a tratar. Os investigadores consideram que a cafeína deverá ser o composto responsável por este efeito, já que se ligando a receptores localizados nos gânglios basais, pode desempenhar um papel chave no controlo do movimento.

Café e ossos - O consumo de café/cafeína foi associado, em alguns estudos, a um ligeiro efeito negativo sobre o balanço de cálcio, equivalente a uma perda de 4 mg de cálcio por xícara de café consumida. Numa fase de estudos iniciais, verificou-se que a ingestão de cafeína induzia significativamente uma diurese aguda de cálcio.Entretanto estudos subsequentes demonstraram que esse aumento agudo era seguido por uma diminuição da excreção urinária de cálcio,não tendo sido encontrada qualquer influência, por parte da cafeína ingerida, no cálcio eliminado durante 24 h, quer por via urinária, quer por via fecal endógena. Relativamente às dezenas de estudos observacionais realizados com o intuito de verificar a associação entre o consumo de café/cafeína ao índice de massa óssea e/ou risco de fratura óssea, os seus resultados não são consistentes ou conclusivos. No entanto, é sugerido que, especialmente os adultos de idade mais avançada, assegurem um consumo adequado de cálcio e vitamina D e consumam café até doses moderadas.

Café e esporte - Nos últimos anos, a cafeína tem sido alvo de inúmeros estudos envolvendo práticas desportivas de resistência como o ciclismo, o atletismo e a natação. No futebol, por exemplo, considera-se que a cafeína aumenta o desempenho, melhora o tempo de reação, atenção mental e processamento visual.

E para os atletas, tanto profissionais, como aqueles de fim de semana, o café ajuda a ter mais pique para correr, pular, saltar, nadar, estimulando a ação dos músculos durante exercício prolongado, que passam a utilizar a gordura como fonte de energia em vez de açúcares encontrados nos carboidratos, reduz a sensação de fadiga melhorando o rendimento físico. Estudos mais recentes demonstram também um aumento da força muscular, já que retarda a fadiga muscular, possibilitando um maior grau de carga e repetições de execução do exercício após a ingestão de cafeína.

Pesquisas recentes apontam a cafeína como um importante agente modulador do desempenho em vários tipos de atividade física, e para que o café promova seu efeito deve ser consumido moderadamente na dosagem mínima de quatro xícaras de café ao dia. Além de potencializar a performance durante os exercícios, pois atua como estimulante do sistema nervoso, a cafeína aumenta a tensão dos músculos e ajuda na mobilização de substratos de energia para o trabalho muscular.

Corredores de maratona e atletas de outras formas de exercício intenso aumentam os níveis de endorfina no cérebro, criando uma forma de auto-gratificação interna ("self-reward"). Isto faz com que o atleta treinado siga adiante ao atingir um ponto máximo de cansaço, que leva todas as pessoas sem treinamento a pararem por fadiga. Caso os atletas tomassem café diariamente durante os treinos, é possível imaginar que os ácidos clorogênicos do café bloqueariam os receptores que são estimulados pelas endorfinas, peptídeos opióides cerebrais. Isto faria com que os neurônios do cérebro aumentassem sua descarga de endorfinas para trazer o estímulo necessário para o atleta prosseguir, atingindo a auto-gratificação num nível mais alto.

A cafeína estimula o cérebro aumentando o estado de estar alerta, o funcionamento do coração, poupa a glicose do músculo esquelético (quanto mais glicose no músculo mais longe ele fica da fadiga) e aumenta/facilita a quantidade de cálcio dentro do músculo. O músculo vira um super músculo e a pessoa não tem sono ou cansaço. Por isso que é tão bom para a prática desportiva.

Os efeitos da cafeína podem variar de pessoa pra pessoa, oscilando de acordo com o peso e a regularidade que é consumida. Sua ação no organismo atinge o pico cerca de 15 a 120 minutos após a ingestão, podendo causar tolerância,ou seja, progressivamente maiores doses de cafeína deverão ser ingeridas para que se possa atingir o mesmo efeito.

CAFÉ E SISTEMA RESPIRATÓRIO

Café e asma - De acordo com estudos epidemiológicos desenvolvidos nesta área, a probabilidade dos consumidores moderados de café desenvolverem os sintomas usuais de asma é, em média, 30% menor do que os não consumidores, sendo o efeito benéfico significativamente dependente da dose ingerida. Além do seu efeito broncodilatador, a cafeína também reduz a fadiga dos músculos respiratórios. Comparativamente com um placebo, a cafeína provocou uma modesta melhoria da função pulmonar até 2 h após consumo. Os estudos realizados sugerem indiretamente que o consumo moderado de café, a longo prazo, pode não só reduzir os sintomas, mas também prevenir manifestações clínicas de asma.

CAFÉ E CÂNCER

Pesquisas sugerem que o consumo moderado de café pode estar associado a um menor risco de desenvolver câncer. Pesquisas comprovam que a bebida é  de aumentar o número de enzimas que combatem os radicais livres, responsáveis por algumas doenças. O corpo humano, quando trabalha, produz umas substâncias chamadas radicais livres, que são agressivas  e que começam a atacar todas as moléculas que estão disponíveis podendo causar doenças sérias tipo câncer. Apesar de termos no corpo humano substâncias antioxidantes.que atuam combatendo os radicais livres e a bebida café estimula a produção destas enzimas que destroem estes radicais e previnem o aparecimento desta doença. Mais estudos são necessários para esclarecer essas associações. É  importante alertar que o consumo  diário de café  não irá impedir as pessoas de terem doenças degenerativas, mas irá aumentar as defesas em relação a elas.

CAFÉ E GRAVIDEZ

O metabolismo da cafeína é mais lento nas mulheres grávidas e no feto, resultando numa exposição a este composto mais longa e, possivelmente, em teores mais elevados. Uma vez que a cafeína atravessa facilmente a placenta e muitas mulheres consomem cafeína durante a gravidez, grande parte dos recém-nascidos possui níveis farmacologicamente ativos de cafeína no plasma. Foram realizados diversos estudos com o intuito de determinar a influência do consumo de café e/ou cafeína durante a gestação. Os resultados são, no entanto, conflituosos. A ingestão de café ou cafeína durante a gestação não parece ser prejudicial, especialmente se em quantidades moderadas e vários estudos epidemiológicos que tentaram relacionar o consumo de cafeína e o risco de aborto espontâneo apresentaram resultados inconclusivos. 

O SEGREDO É NÃO EXAGERAR!

O café é uma bebida estimulante e não se pode exagerar na quantidade. Cada pessoa deve buscar qual dose diária de café que a satisfaz. Lembre-se que o café é uma bebida diurna, que ajuda nas atividades do dia, mas seu consumo deve ser reduzido no período da noite, para não afastar o sono. A primeira xícara deve ser tomada na primeira hora após o despertar e as demais, com intervalos mínimos de duas horas.

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Café e Saúde - Dr. Darcy Lima

Por que o café faz bem?

O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais, embora em pequenas quantidades. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos. Durante a torra do café, esses ácidos clorogênicos formam novos compostos bioativos: os quinídeos. É nessa etapa também que as proteínas, aminoácidos, lipídeos e açúcares formam os quase mil compostos voláteis responsáveis pelo aroma característico do café. É toda essa composição que faz do café uma bebida natural e saudável.

Os benefícios à saúde



Prof. Dr. Darcy Roberto Lima     

O Programa Café e Saúde tem como Coordenador Científico o Prof. Dr. Darcy Roberto Lima. Ph.D em Medicina pela Universidade de Londres, este médico, escritor e professor do Instituto de Neurologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor Associado de Pesquisas, ICS, Vanderbilt University, TN, USA, dedica-se a pesquisar os efeitos do café na saúde humana há mais de 20 anos.

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